Meditar como uma árvore da raiz

Um símbolo é um atalho para a memória, pessoal, mas também coletivo. Se formos sensíveis o suficiente, é uma chave para abrir um mundo arquetípico onde nossa alma implanta suas batalhas heróicas. Escreva esta série de "meditação sobre os símbolos" Julian Peragón (Arjuna).

(c) pode Foto stock/Spanishalex

A esta postura, que mantemos por um longo tempo como se fôssemos um urso de inverno, cresce raízes... e a barriga enche-se de gravidade. É como se abaixo do umbigo um instituento abrir um instituento nos permita ver, não da razão ou dos filtros culturais, mas da imanence que as coisas e os seres tecem. Essas raízes, em seguida, afundar não no circunstancial da vida, mas em seu próprio ser. As raízes prendem-se para que a coragem nos mantenha firmes diante do mundo, na nossa dignidade, na nossa expressão e na criação do nosso espaço.

Aprendemos a meditar como uma raiz que certamente se mantém diante da inveja do tempo, Mas que também nutre; uma raiz que cresce à medida que crescemos também. A meditação fortalece-nos, mas também alimenta uma maior capacidade de observação sobre os acontecimentos, e nesta observação igual, permite-nos ser mais livres das emoções, impulsos e crenças que abrigam.

Para o topo da árvore chegar bem, suas raízes têm que ir bem para baixo: para a profundidade da terra, para o abismo de quem somos. ither na borda do nosso ser.

Síntese de meditação. Julian Peragón. Editorial acanto

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Por • 11 Oct, 2017 • Sección: Arjuna