Asana: Ardha Matsyendrasana

Este asana é um dos poucos nomeados em homenagem aos yogi que a inventaram, o grande Rishi Matsyendra. No entanto, a postura original é muito difícil e só acessível a iogues muito avançados, por isso apenas a postura média (ardha) é ensinada. Explicamos Ardha Matsyendrasana seguindo o texto do livro Eu aprendo Yoga, por André Van Lysebeth. Ela dirige: María Ovando, professora da Escola Internacional de Yoga. Fotos: Thor Castro.

Aqui estão duas variações do toque mais famoso do yoga. André Van Lysebeth em seu livro Eu aprendo Yoga explicou outro, mais clássico, com ambas as pernas dobradas. A ação e a torção do tronco são as mesmas.

Este asana deve aparecer em todas as séries asana; fecha a série push-up para frente e para trás.

Com o braço servindo como alavanca, leve a mão esquerda para a perna direita estendida e tente tocar na tíbia, ou, melhor ainda, pegar o pé direito. A torção da coluna vertebral é acentuada por um impulso do braço direito, colocado atrás das costas, com a mão apoiada no chão. A torção faz parte do sacro para ganhar progressivamente toda a coluna vertebral, incluindo a nuca, por uma rotação da cabeça.

Voltar lentamente para a posição inicial ao contrário, e praticar a postura do outro lado, dobrando assim a perna esquerda.

Durante a torção, a linha do ombro permanece, tanto quanto possível, paralela ao chão.

Posição clássica

Após um curto período de tempo, o aluno irá se mover com dificuldade para a postura clássica, que não difere da posição preparatória, mas pelos seguintes detalhes:

a) A perna que foi estendida curvas, a fim de colocar o calcanhar contra a coxa.

b) O braço apoiado no chão atrás das costas liga a cintura, e a mão tenta tocar a coxa.

Na postura final, a parte de trás deve ser bem endireitada para acentuar o torque.

Importante

Ao longo da asana asana as costas permanecem passivas: os braços giram os ombros e a coluna torce sem resistência.

Não precisa balançar a parte inferior do porta-malas: você tem que sentar nas duas nádegas durante todo o exercício.

A rotação, lenta e progressiva, é realizada no momento da respiração.

A cabeça gira por último e permanece bem direita, com o queixo bem ereto.

Deve-se lembrar que:

a) O calcanhar da perna dobrada toca o períneo, enquanto o joelho permanece no chão.

b) As duas nádegas repousam sobre o tapete.

c) A linha do ombro é horizontal.

d) Os dedo do pé tomam o pé abaixo do arco da planta.

e) O joelho está quase debaixo da axila.

f) A mão no braço que liga a cintura avança em direção à virilha e toca a coxa.

g) A cabeça está certa e o olhar é direcionado o mais longe possível.

Insistimos na obrigação de primeiro dobrar a perna direita, portanto, apoiar a coxa direita contra o abdômen para pressionar o cólon. Esta asana aumenta a peristalse intestinal e combate a prisão de ventre. É agir no sentido da peristalse para que você tenha que comprimir o lado direito do abdômen primeiro.

Outros artigos sobre ,
Por • 11 Jun, 2013 • Sección: Asanas, Prática