O mistério da vida

Você coloca sua mão sobre o fogo onde esta é a verdade? Tipo David Rodrigo (Āchārya Jijñāsu), maestro tradicional de Advaita Vedānta.

Misterio_vida

– Você coloca sua mão sobre o fogo em que esta é a verdade? Eu perguntei a um estudante querido dotado da beleza da espontaneidade.

Estávamos em um carro com seis pessoas boas, um de seus bebês. Eu, com dor no pescoço e tontura tentando não sempre virar as costas para ele. Ela, fazendo o mesmo movimento, mas, inversamente, consolando sua filha, Maya, espírito ainda não domesticado pelas correntes de veículos de metal que custam tanto para ganhar e manter (nem todos os veículos são metálicos).

Eu respondi entre piadas de outro bom aluno que observou que minha mão estava apenas dançando para o vento fora da janela e não exatamente sobre o fogo.

A verdade não depende de nenhuma mão, lugar ou ação. A verdade é apenas verdade porque não depende de nada para ser.

A verdade é apenas o que sempre existe porque o seu próprio ser, a sua própria natureza, é a existência.

A existência é. Ele não nasce e ele. Pois é para si mesmo e não porque ele é dado qualquer outra coisa por sua auto, não porque outro ser supremo concede-lhe a graça de existir, dá-lhe a vida, acredita nele, e pede-lhe em troca de crer e obediência.

A existência não morre e é. Porque o que não nasce também não morre. O que não foi criado também não deixa de existir. Ele não deve nada a ninguém. Nem mesmo a vida dele!

É transformado? Existência, verdade, assume formas diferentes, corpos-mentes-corações, objetos, e ao mesmo tempo é a própria existência, sem transformação.

Esse é o mistério da vida: no múltiplo e mudando reconhecer o imutável e um. E no imutável e um entender e iluminar o múltiplo e mudando.

A própria vida contém em suas entranhas o caminho da salvação.

A verdade é a existência. Eu existo.

Lo sé sin ninguna duda porque lo sé directamente, por mí mismo: Yo soy. Por tanto, yo soy Verdad, existencia infinita, sin límites de tiempo ni de espacio. Y, dos, la existencia se conoce a sí misma. La Verdad es pues existencia y conocimiento.

Yo soy la Verdad, una, inmutable, infinita.

Al reconocerme así, siento Paz y Dicha en mí. No por nada.

Al reconocerte así, tú sientes o sentirás la misma Paz y Dicha en ti. No por nada.

Por tanto, mi verdadero Yo, la Verdad una, inmutable e infinita, es existencia, conocimiento, paz y dicha.

Eso soy Yo.

Y todo esto que mis ojos corporales ven y confunde mi conocimiento en mi mente-corazón son formas y relaciones diferentes de la misma Verdad, de mi verdadero Yo.

¿Qué mérito hay en poner la mano en el fuego en que esto es la Verdad?

Querida, conócete bien, y tú la pondrás igual que yo y bailaremos al viento de la vida, sabiendo de dónde viene, dónde está y a dónde va el viento de la vida.

OM

David Rodrigo (Āchārya Jijnāsu). Professor tradicional de Advaita Vedānta

Luz de las Escrituras – Escuela de Advaita Vedānta Tradicional. Enseñanza continua “Escrituras de Advaita Vedānta y Sāṅkhya-Yoga – Conocimiento y práctica tradicional”

http://luzdelasescrituras.wix.com/escueladevedanta

Educação continuada

Escrituras de Advaita Vedānta e Yoga Sāṅkhya - conhecimento e práticas tradicionais

Escrituras originais e de pleno direito da própria tradição oral: S.A.K.K.K.K., yoga S.A., Viveka ch. A.A.I., Bhagavad Gu. T., upani-HADS e Brahma S.a.,

O pleno reconhecimento de si mesmo e do mundo

Mokṣha Śhāstra - arte e ciência de libertação

-Em Madrid e distância: Yoga Shala Alcobendas. Contato: annayogashala@gmail.com

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Também misturado

Ioga Sutras

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Yoga Satras, capítulo II ' sadhana '

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Panchadaśhī

Por. hr. Texto-chave por Advaita Ved-nta

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Prehenssation de David Rodrigo (Achsrya Jijñ-Su)

David RodrigoEla rendeu-se completamente para o pleno reconhecimento de si mesmo e a verdade desde que em 2008 foi a Rishikesh, Himalaia, Índia e deu-se com seu mestre, Dravidāchārya Rāmakṛiṣhṇan Swāmījī (Shastra Nethralaya Ashram), tradição Advaita Vedānta de Śhaṅkarāchārya; discípulo de Swāmī Sarveśānanda Sarasvati e seu professor Swāmī Śhānti Dharmānanda Sarasvatī.

Ele estudou durante seis anos intensos de auto-transformação, contemplado, aplicado e experimentado com o mestre, em uma relação pessoal e diária, a sabedoria da tradição revelada nas Escrituras grandes completas e originais da espiritualidade clássica e filosofia nas escolas de Índia, liberando (ṣhaḍ-darśhana) e sânscrito:

-Advaita Vedānta

– Prasthāna Traya ´Triple Canon´con el comentario de Śhaṅkarāchārya: Bhagavad Guītā, principales Upaniṣhads y Brahma Sūtras. Éste último con Bhāmatī, el subcomentario de Vāchaspati Miśhra.

-Advaita Siddhi, Madhusūdana Sarasvatī, parte do ´Gran Prasthāna Traya Bṛihat Canon´ triplo.

Granthas - Prakaraṇa (textos secundários) como Viveka Chūḍāmaṇi, Śhaṅkarāchārya; Panchadaśhī, Vidyāraṇya Muni; Vedanta Paribhāsā, Dharmarāja; Siddhanta-leśha-saṅgraha, Jose Dīkṣhita; Dakṣhiṇāmūrti-stotra ´Himno para Dakṣhiṇāmūrti´; Pancīkaraṇa; Tattva boddha; ou Ātma-jñāna-upadeśha-Anibal.

-Sutras de yoga de Patanjali com comentário de Vyāsa, etc.

Kṛiṣhṇa Īśhvara - Sāṅkhya-Kārikā.

-O resto das escolas clássicas (astika darśhana): Artha-saṅgraha (Pūrva Mīmāṁsā); Tarka-saṅgraha (Nyāya-Vaiśheṣhika).

-A gramática do sânscrito (vyakarana): Layla-Siddhanta-kaumudī de Varadarāja (tradicional simplificação dos Aṣhṭādhyāyi da Panini).

Ele foi iniciado na tradição do Yoga meditação no Himalaia é por Bhāratī Veda (Swami Rama Sadhaka grama Ashram, Rishikesh, discípulo de é Rama do Himalaia).

Swami Rama Sadhaka grama Ashram, em Rishikesh começou a transmitir o conhecimento, prática e experiência de escritura e meditação; e coordenada Dhyāna Gurukulam, a escola tradicional do ashram.

Em 2014 a vida trouxe de volta à Espanha, disponibilizando diretamente - sem vestes ou conversões para o que são não-, conhecimento, prática e experiência destes textos da sabedoria universal que surgem e levam à directa e imediata realização do próprio: existência, consciência, felicidade mesma, sem diferenciação ou transformação, ilimitada.

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Por • 22 Aug, 2016 • Sección: Assinaturas