A solidão

A solidão é algo inerente ao ser humano, como através de ela vir ao mundo e sobre ela abandonar. Nos relacionamos com nós próprios, por isso muitas vezes a rejeitar por completo. Escreve Raul Sagrado cavaleiro.

Soledad

A solidão que não é desejada pode ser esmagadora e absorver completamente o assunto, que sofre com isso. Não é a solidão em si que pode desagradar, mas o sentimento que a engendra. Imerso em ela não há escape ou com é que divertir, por isso surgem todas as sensações de segundo, impondo é antes a pessoa e eliminar por completo a capacidade de apreciar chegar mesmo.

Por não ter uma calma interior e um humor equilibrado perder a oportunidade de relacionar-nos com a solidão, desde que, como disse, é vai ver dificultada por impedimentos que brotam do mais profundo de nós mesmos e sabotearán toda a intenção de estabelecer-nos em ela. As causas de solidão nos vejam cara a cara, excluídas da vitrine do lado de fora.

Se amigamos com ela pode ver a outra face da-moeda, como é em que dimensão onde todos os nascido potencial criativo, onde a inspiração é o seu canal de acesso e onde encontrou a porta para o silêncio interior.

O poeta, o místico, o pintor... todos eles é deixar abraço pela soledad para depois sentir é renovado, recheado, feitos... Em são a primavera do que todas as nascentes e a dimensão em que a express é.

A solidão está sempre lá, às vezes desleais por estes eventos do exterior, mas no momento em que é dissipar nos retorna para embrulhar e acumulação.

Solidão como evasão

Às vezes, a solidão da frente ocorre o oposto, ou seja, em vez de rejeição ou aversão, um ligação profunda, como em encontramos um refúgio mais alto que o puramente renovador. O que pode ser um espaço, por um lado, torna-se uma armadura impenetrável ou um refúgio onde nos isolar. Em seguida, solidão serve de fuga antes os fatos de fora, querendo que excluir e causar através de seu próprio desgaste, extinguir.

A inclinação para a solidão constante é o resultado de medos, evasão e falta de disponibilidade para lidar com eventos que estão ocorrendo no palco ao ar livre. A pessoa torna-se cada vez mais viciada em abrigo, acreditando que é seguro de eventos negativos, quando na realidade não há nada certo e tudo continua sua dinâmica flutuante. A pessoa imersa nessa bolha, apesar de ter deficiências mentais, tem aprendido a se familiarizar com eles e perdeu a oportunidade, através desta solidão, fornecer os meios para remediá-los, identificado com seus automatismos mentais perde a intuição de melhoria de vida.

A solidão desvanece-se então como instrumento válido para a introspecção. consciente e se perde no médium sonambulismo. Pessoa converte sua rotina em uma foto em preto e branco, mutila suas possibilidades de relacionamento, enfraquece o crescimento que deriva da interação de relacionar-nos com os outros e converte a sua liberdade em um grilhão que encadeia-se, porque o que começou a sensação é como proprietário de seu lançamento, sendo apenas a barragem do mesmo. Em estagnação perdeu a capacidade de fluidez, restos repostando em vez de continuar sua jornada; caiu no tecido que anteriormente tem tecidos.

Solidão deve ser uma seção de nossa configuração existencial. Temos de servir como ¨a alta no camino¨, reorganizar o nosso mundo interior e nossa psique. É um sinal de saúde emocional não transformá-lo longe da solidão, mas sei lhe dar seu peso específico. Ele vai ficar testar tudo o que vai apresentar: tedio, tédio, ansiedade, raiva, pensamentos repetitivos... E então, através de técnicas de interiorização como o yoga ou a meditação, purificar esses Estados- resfriá-los na medida do possível. É um grande autoconocimento para ver que as reações ocorrem enquanto imerso na solidão, em seguida, abra todas as portas que, por meio de entretenimento e tarefas diárias, mantidos fechados.

Nele é revela a angústia existencial, o vácuo que, em qualquer momento todos têm sentido. Graças ao seu chequearemos nossas deficiências emocionais, construtivamente, dar-lhes uma volta e harmonizá-los. Vamos ver nosso raio-x, vamos ver o que sai nos que, até agora coberto pelo barulho de fora, não fomos capazes de ouvir.

Solidão vai sentir plenitude, uma vez que colocamos as mãos para trabalhar em trabalhar nosso interior; integralidade, uma vez desenvolvido. Nela encontramos o espelho que nos reflecte fielmente.

Será nossa confidente fiel, nos buscará a renovação espiritual e um espaço para, bem, abrir as asas da sabedoria.

Raul Santos Caballero é escritor (seu último livro:) Sandálias do motor de busca) e autor do blog Em busca de auto-.


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Por • 1 de outubro de 2015 • seção: Assinaturas